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Serviços / Fornos de pelotização

Engenharia de fornos de pelotização: escoamento, temperatura, erosão e emissões

Câmaras de combustão, queimadores, zona de resfriamento, manifolds e juntas de expansão de fornos de pelotização, estudados em 3D com CFD++ e conferidos com dados da planta. Trabalho de longo prazo com a Samarco nos fornos 1 a 4.

Trabalho de longo prazo para a Samarco: fornos 1, 2, 3 e o mais novo, o 4. Câmara de combustão, zona de resfriamento, manifold de ar dos ventiladores, deflexão de chama, temperaturas do refratário, erosão e deposição de partículas.

Velocidade na zona de resfriamento e na caixa de vento de um forno de pelotização
Velocidade do ar na zona de resfriamento de um forno de pelotização, com CFD++ em 3D.

Experiência em pelotização

  • Samarco, fornos 1 a 4Trabalho de longo prazo para entender os processos físicos dos seus fornos de pelotização.
  • Solução patenteada pelo clienteDeflexão de chama na câmara de combustão: seis configurações simuladas, menor custo de manutenção, resultado validado pelo cliente.
  • Queimador Low NOxMais de quinze configurações estudadas antes de um único protótipo, em um trabalho de P&D de três anos.
  • Refratário protegidoTemperaturas de parede comparadas com os limites dos tijolos e tijolos redistribuídos ao longo do forno.
  • Juntas de expansãoDefletores que reduziram o acúmulo de particulados e novo projeto de junta aprovado com CFD.

Soluções completas, do diagnóstico à validação na planta

Preferimos projetos inteiros a simulações isoladas: a ATS responsável pela análise, pelo projeto da solução, pela especificação do ensaio e pelo relatório.

O forno como um todo

Queimadores, câmara de combustão, zona de resfriamento, manifolds de ar e juntas estudados em conjunto, porque a qualidade da pelota depende da temperatura e do tempo em cada região.

Uma equipe em vários fornos

Os mesmos engenheiros acompanharam os fornos 1, 2, 3 e 4, e o aprendizado de um forno vai para o seguinte.

Protótipo e ensaio em campo

Para queimadores, a ATS especifica o protótipo e o cavalete de pressão, temperatura e vazão, e o resultado é conferido no seu forno.

Precisa só de uma parte? Definimos o escopo com você.

O que você recebe

Câmara de combustão e queimadores

Posição e deflexão da chama e parâmetros de operação para manter a chama longe das paredes.

Temperatura de paredes e refratário

Temperatura de parede contra o limite de cada tijolo e onde posicionar cada tipo.

Zona de resfriamento e manifold de ar

Vazão e velocidade em cada carro, homogeneidade do leito de pelotas e distribuição de vazão do manifold de ar.

Erosão e deposição de partículas

Locais mais expostos à erosão do ar com partículas de óxido de ferro e deposição em juntas de expansão e curvas.

Cinzas no carro de grelha

Leito de pelotas empilhado por DEM (LIGGGHTS) e CFD do ar e das cinzas de carvão vegetal pelos interstícios, com troca de calor com as pelotas, para achar onde as cinzas se acumulam.

Emissões

NOx, CO, CO2 e SOx dos queimadores e das pelotas, com cinética química (Cantera) reduzida para CFD. Detalhes na página de queimadores.

Como funciona um forno de pelotização

O processo

A pelotização transforma finos de minério de ferro em pelotas esféricas. Elas são formadas por aglomeração e ganham resistência mecânica após a queima e a sinterização em fornos de alta temperatura.

Esses fornos lineares são muito longos e têm mais de 40 queimadores a gás natural ou combustível líquido. As pelotas alimentam altos-fornos para o aço ou sistemas de redução direta para o ferro. No alto-forno, a pilha de pelotas deve permitir a circulação do ar e suportar o peso das camadas superiores.

Regiões e qualidade

O forno tem regiões de secagem, pré-queima, queima, pós-queima e resfriamento. A duração de cada etapa, dada pela velocidade dos carros de grelha, e a temperatura a que as pelotas são submetidas influenciam muito a qualidade da pelota.

Por isso vale estudar o processo de combustão e as temperaturas ao longo do forno, e a sua distribuição dentro de cada carro.

Emissões e eficiência

As emissões de CO, CO2, NOx e SOx da queima de combustíveis e pelotas também importam. As empresas querem reduzir sua pegada ambiental e operar dentro dos limites da legislação, e por isso estudam combustíveis e queimadores diferentes.

Em geral, a melhora nas emissões vem com mais eficiência em partes do processo. É uma oportunidade de repensar o equipamento e o projeto do queimador.

Um modelo digital da planta

A ATS usa o CFD++ para reduzir o custo de ensaios e da fabricação de protótipos, porque consegue construir um modelo digital preciso do processo de combustão da planta.

Ferramentas, e onde cada uma entra

As ferramentas servem ao trabalho de engenharia. Dizemos o que cada uma faz no projeto.

FerramentaPapel no projetoSituação
CFD++Escoamento, transferência de calor, combustão e partículas em 3D. A ATS é a representante exclusiva do CFD++ no Brasil.Licenciada
Tecplot 360 EXPós-processamento e macros de automação, inclusive o cálculo da taxa de erosão.Licenciada
CanteraCinética química, com mecanismos reduzidos para CFD.Em uso
LIGGGHTSMétodo de elementos discretos (DEM) para empilhar leitos de partículas, como o leito de pelotas no carro de grelha, usado depois no CFD. Há a versão aberta LIGGGHTS-PUBLIC (GPL, baseada no LAMMPS).Por projeto
Femap, NX Nastran, AdinaAnálise de tensões, contato, materiais hiperelásticos e não lineares, térmica e acoplamento fluido-estrutura.Licenciada
iChrome NexusOtimizador e gerenciador de fluxos complexos entre CAD, CFD e FEA.Licenciada

Evidências que você pode conferir

Trabalhos para mineradoras no Brasil.

Trabalhos de projeto

Exemplos

Selecione uma imagem para ver cada exemplo.

Distribuição de vazão nos ramais da zona de resfriamento
1 / 10

Manifold de resfriamento

Distribuição de vazão nos ramais da zona de resfriamento.

Solicitar proposta técnica

Como um trabalho acontece

  1. Diagnóstico e meta

    Definimos com a sua equipe o problema, as condições de operação e a meta.

  2. Modelo

    A geometria do equipamento é preparada e escolhemos a física aplicável.

  3. Análise

    Cálculo numérico baseado nos princípios físicos aplicáveis.

  4. Verificação e validação

    Os resultados são verificados quanto à consistência e comparados com ensaios, dados da planta ou literatura.

  5. Solução e relatório

    Projeto da solução, especificação do ensaio quando necessário e o relatório.

  6. Acompanhamento

    Apoio ao ensaio em campo ou à operação, e revisões.

Perguntas que engenheiros fazem antes de nos contratar

Quais partes do forno vocês estudam?

Câmara de combustão, queimadores, zona de resfriamento, manifold de ar dos ventiladores, carros de grelha, juntas de expansão e dutos de ar. Podemos assumir o forno inteiro ou um problema só.

Os resultados são conferidos na planta?

Sim. O trabalho de queimadores inclui a especificação de um protótipo e de um cavalete de medição, ensaiados no forno do cliente.

Podem ajudar com problemas de manutenção?

Sim. Na deflexão de chama, a nova configuração diminuiu o custo de manutenção, e o cliente patenteou a solução.

Os nossos dados ficam confidenciais?

Sim. Trabalhamos sob NDA, e os seus dados de projeto e relatórios ficam com você.

Conte-nos sobre o forno e o problema

Envie o forno, as condições de operação e a pergunta que precisa ser respondida.

E-mailsales@aerothermalsolutions.co
Telefone+55 11 3854-4224
EscritórioAv. Pompéia, 634, cj. 107, São Paulo, SP, Brasil.

Um engenheiro da ATS responde. Trabalhamos sob NDA.